sábado, fevereiro 28, 2009

O mistério do homem do realejo


Como sempre acontece de seis em seis meses, ele aparece debaixo das nossas janelas a tocar lá pelas 9h30. Porquê, para quem? Toca uns quinze minutos e depois afasta-se deixando um rasto de música que vai esmorecendo. Deixou-me com a sensação de que a Primavera está a caminho, não sei explicar porquê. Obrigada.

Mas não era já assim?!

É com notícias como esta que nos começamos a aperceber da dimensão e origens da coisa... Safa! Se juntarmos a isto o princípio que norteia a Economia , a saber: o Homem é racional , agindo livremente auto-regula-se e é altruísta e está tudo dito, não é?

Ainda não é 1 de Abril...

...mas venho aqui mentir-vos. É o desafio que me lança António P. do blogue Fim de Semana Alucinante. Tenho de escrever 9 frases sobre mim e mentir em 3. Ora cá vai:

1. Já comi línguas de pato de três maneiras diferentes.
2. Já subi ao edifício mais alto do mundo.
3. Detesto política.
4. Passeei pelas ruas de Roma de vespa.
5. Já acordei ao som do muezzin.
6. Sou viciada em café.
7. Preciso sempre de um banco para chegar às prateleiras mais altas.
8. Já comi ninhos de andorinha, ou seja a baba das ditas.
9. Já entrei numa Sinagoga.

E agora, Claudette Guevara, estás disposta a aceitar o mesmo desafio?

terça-feira, fevereiro 24, 2009

Maria Bethânia em concerto ao vivo

...basta clicar aqui e depois em Maria Bethânia. Em directo da salle Pleyel e graças à ARTE. Aproveite se passar aqui hoje, dia 24 de Fevereiro :-)

sexta-feira, fevereiro 20, 2009

Enquanto não regresso de férias...

...aqui fica um video da minha DG, sobre o que é a Interpretação de conferências.E um apelo a intérpretes a partir do Inglês. Se conhecerem alguém...passem palavra:-)

sexta-feira, fevereiro 13, 2009

Volto daqui a uma semana

Andarei por aqui






e por aqui:





por aqui também:



E claro, também já twitto...

...como boa web nerd, baaahhhh!

quinta-feira, fevereiro 12, 2009

Perder e Perda...

...das palavras mais mal tratadinhas na nossa língua.

Só hoje já ouvi :" que eles perdam" e "a perca". E mesmo quando se diz perda, diz-se "pérda" e não "pêrda". Vamos lá fazer um esforço, sim?

Pequeno desafio

Conseguirei passar uma semana em Taiwan levando só uma mala de mão?
Conheça a resposta nos próximos capítulo.
*Acrescento do dia 28/02: Consegui, mas não consegui. Era só uma mala, mas pesada demais, porão com ela, uhmpf.

quarta-feira, fevereiro 11, 2009

Vale a pena ler I

Este post do blogue Fim-de-semana Alucinante.

terça-feira, fevereiro 10, 2009

Vale a pena ler

Vital Moreira sobre a justiça fiscal aqui, aqui e aqui.

Os suecos e canadianos, esses burros

Eu confesso que por vezes só à gargalhada a coisa lá vai. Quantas vezes os nosso media nos comparam com profusão com os ditos exemplos vindos do norte, em nosso detrimento, obviamente. Eu própria, já que estou de confissões , admiro algumas conquistas já realizadas nesses países, dando no entanto o devido desconto a percursos históricos diferentes e sobretudo não idealizando os tais países. Acreditem, nunca idealizar deveria ser o nosso mote.
Vem tudo isto a propósito da medida anunciada pelo governo português de sinais de riqueza acabarem com o segredo bancário , que comentei aqui e da intenção de reduzir as deduções fiscais dos mais ricos. Nada disto é novo neste planeta que habitamos. Será novo em Portugal, talvez. Os tais países do norte tão louvados (estou a pensar no caso da Suécia ou do Canadá, por exemplo) já aplicam medidas desta natureza. E o que vejo e oiço dos nossos comentadores : que estas medidas são impossíveis de aplicar, não darão resultados, são populistas, eleitoralistas, etc...Ou seja, de repente esquecem-se dos tais países tão idolatrados.
Vamos por partes, que a medida é eleitoralista, não me espanta, populista não sei, popular é bem provável. Não sei se dará resultados. E sabem porquê? Porque não a conheço em pormenor e é nos pormenores que o diabo se esconde. Nem eu conheço os pormenores, nem os nossos comentadores/jornalistas. Eu opto por não saber se dará resultados, eles afiançam que não. Dizem que não é possível saber quem são os ricos. Bom, bom, bom, para isso terão de ser fixados parâmetros, tectos de rendimentos. Não os conhecemos daí ser difícil afirmar seja o que for em definitivo. Mas eles fazem-no. Os nossos jornalistas/comentadores são tendenciosos sem vergonha nenhuma. Acho até que para eles fazer jornalismo é ter uma opinião sobre alguma coisa, sem fundamentos de betão e levemente alicerçada na realidade. Assim ao estilo, a mim convém-me acreditar nisto porque é o que me dá jeito, por isso o que relato já passou pelo crivo desta perpectiva, qual esforço de investigação e seriedade qual quê?
Os tais suecos, canadianos e afins afinal devem ser burros, andam há anos a aplicar medidas destas sem que afinal fossem necessárias ou até exequíveis.
Mas só serão burros ou melhor, invisíveis até voltarem a ser convenientemente úteis, até justificarem uma qualquer crítica ou medida. O jornalismo em Portugal tem excesso de opinião e falta de jornalismo.

Vale a pena ler

Este artigo de Pedro Adão e Silva no Diário Económico de hoje.

Caixa de ressonância

Coisas que atravessam o meu caminho e ficam a ressoar.

"I’m tired of the harsh sea
and the mysterious earth.
I’m tired of the chickens –
we never know what they think,
and they look at us dry eyes
as though we were unimportant."
Do poema "A certain weariness" de Pablo Neruda.
As though, as though...

segunda-feira, fevereiro 09, 2009

"Desatracada" me confesso, faz hoje quase 1 ano

Hoje lembrei-me disto VI



Hoje lembrei-me disto V




Hoje lembrei-me disto IV


Duas imagens cedidas pelo Philip.Obrigada.

Hoje lembrei-me disto III




Hoje lembrei-me disto II




Hoje lembrei-me disto




Há coisas que não entendo

...e uma delas é a aversão de parte da população portuguesa ao TGV. Talvez por poder ver na prática as vantagens do TGV aqui em Bruxelas. Custa-me vê-lo numa perspectiva meramente negativa ou maioritariamente negativa. É tão fácil, tão cómodo, menos poluente. Nem sei que diga. Para além disso é maioritariamente financiado por fundos comunitários que se não forem utilizados para a construcção do TGV (no âmbito das RTE, Redes transeuropeias) serão pura e simplesmente perdidos, i.e. não poderão ser utilizados para nenhuma outra política.
Por vezes é cansativo esta tendência de parte da nossa população em ser tão avessa à mudança, seja ela qual for. A primeira reacção é sempre Não, Contra! A cautela e reflexão são úteis, sem dúvida, mas isto parece mais um fenómeno de afirmação adolescente.
Lia no Agência Finaceira o seguinte parágrafo:
"(...) Há uma grande diferença na opinião pública espanhola relativamente à portuguesa. Em Espanha já existe TGV e todos podem ver o efeito em Toledo, Ciudad Real, Sevilha, Córdoba e Saragoça», considerou."
É verdade que muitos portugueses nunca experimentaram viajar num TGV, nem viveram em países onde existe e perceberam as vantagens. Mas que dizer de quem critica e tem obrigação de ter viajado e conhecer estas realidades? ...

Vale a pena ler

Sinais de riqueza acabam com segredo bancário , título de um artigo no Agência Financeira.
Até me custa acreditar, esta é daquelas medidas que sempre me pareceram óbvias. Será ver para crer.

quinta-feira, fevereiro 05, 2009

Cada um tem o que merece...

Chegada a esta idade, trinta e seis anos, deparo-me com uma língua, leia-se idioma, que me mói o juízo. Estou a falar do Mandarim. É muito estranho ouvir uma frase e percebê-la mas não conseguir escrevê-la ou lê-la (ou até repeti-la correctamente). Ou então perceber o sentido de uns caracteres e não fazer a mínima ideia de como se pronunciam.
A minha memória tem claramente uma limitação de velocidade para fixar caracteres chineses. Avança mas muito devagar. Pudesse eu aprender a escrever mandarim com o nosso alfabeto e outro galo cantaria. Mas não canta e este galaró chinês dá-me luta. Me likey! yummmy!