Com o passar do tempo...
...aprendi a apreciar quem se mostra e a desconfiar de quem se esconde. Também aprendi a mostrar-me mais.
...aprendi a desconfiar dos complexados. Também aprendi a reconhecer e apreciar os defeitos que me martirizavam na adolescência.
...aprendi a recear quem não gosta de si como é.
Comportamentos típicos da adolescência na idade adulta são como o sarampo, na infância não mata, mas depois...
...aprendi a desconfiar dos complexados. Também aprendi a reconhecer e apreciar os defeitos que me martirizavam na adolescência.
...aprendi a recear quem não gosta de si como é.
Comportamentos típicos da adolescência na idade adulta são como o sarampo, na infância não mata, mas depois...


5 Comments:
Nous sommes sur la même longueur d'ondes. Verbalizaste algo que tb sinto. Um abraço
Desde que não inflexibilizes para o outro lado...
;-)
beijos
Olá Pitucha,
Inflexibilizar para o outro lado? Confesso que não percebi...:-? beijos,S
De facto, não foi o meu comentário mais feliz! Queria eu dizer que desde que não fiques sempre e por princípio contra todos os complexados... Tipo, nem tanto ao mar, nem tanto à terra!
Ok, admito, tenho alguns complexos de que ainda não me libertei!
Não deixes de gostar de mim...pleeease!
;-)
Beijos
Pitucha,
LOL!! Todos temos complexos;-)...no post estava a pensar em casos específicos de complexos não assumidos. Claro que gosto de ti:-)) beijos, Sofia
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