Faço minhas as suas palavras...
"Telejornal de hoje na RTP: uma jornalista em off relata uma notícia sindical. Depois de referir o problema "duchalários" [ela queria dizer "dos salários"], fala em algo "remôto" e em "acórdos". Tudo isto em duas frases!Não será de exigir que num serviço público de televisão os profissionais falem Português com um mínimo de correcção? Entre os critérios de recrutamento não deverá constar o conhecimento da Língua?"
Post de Vital Moreira que copio descaradamente do Causa Nossa por traduzir tão bem o que sinto.
A correcção da língua exige uma atenção constante. Nunca estamos a salvo do erro. Mas uma preocupação com o rigor da linguagem seria já um bom sinal.
Os "acórdos" e as "pérdas" pululam alegremente na boca de profissionais que trabalham com a nossa bela língua...e agora não estou a pensar nos locutores e jornalistas da RTP... sempre pensei que fossem peculiaridades lisboetas à semelhança do "à séria"...
Assinado: portuguesa da província em Bruxelas.
Post de Vital Moreira que copio descaradamente do Causa Nossa por traduzir tão bem o que sinto.
A correcção da língua exige uma atenção constante. Nunca estamos a salvo do erro. Mas uma preocupação com o rigor da linguagem seria já um bom sinal.
Os "acórdos" e as "pérdas" pululam alegremente na boca de profissionais que trabalham com a nossa bela língua...e agora não estou a pensar nos locutores e jornalistas da RTP... sempre pensei que fossem peculiaridades lisboetas à semelhança do "à séria"...
Assinado: portuguesa da província em Bruxelas.


4 Comments:
Também são coisas que me irritam solenemente. Canso-me de defender o bom uso do português, escrito e falado.
Beijola.
Ups.... mas olha que dizer "pêrdas" não soa nada bem! Mas eu sei, eu sei!!!!!!!!!! Será que tenho desculpa por ser da linha de Sintra?
Mais uma militante de causas perdidas!
Beijos
Carlota,
Como te percebo,beijos Sofia:-)
Nokas,
LOL, olha que "pérdas" também soa muito estranho,lol quanto à linha de Sintra não sei, não sei...;-)beijos,Sofia
Pitucha,
A nível nacional esta já nem é uma luta, quanto mais perdida. Mas nos profissionais que trabalham com a nossa língua como é o meu caso,é possùivel um esforço.Beijos,Sofia
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