Lições da vida que tenho de tentar não esquecer:
A excelência, ou melhor a qualidade, não é um objectivo real dos serviços em que possa trabalhar. Apesar disso estar escrito em várias e sábias circulares. O "deixa andar", esse sim é muito apreciado. Esse e a "arte de não fazer ondas", assim como o afinco em "trabalhar para aquecer sem esperar grande reconhecimento". Resta-me a remuneração, que essa sim é consistente e que serve para calar todas as questões, propostas e sugestões que ficam sem seguimento. Já não é mau, tenho consciência disso.
Assim, tenho de aprender a esquecer o projecto que apresentei para retomar uma iniciativa parada há 6 anos e que todas as unidades têm (menos nós). Está por lá parado com um tom de servilismo e pequenez duma geração de compatriotas que já nada tem a ver comigo. " Não é necessário", respondem-me, já há um responsável. Ahhh, aprende "mulher aranha" já há um responsável, isso é que interessa, é a orgânica da coisa, o tachito de alguém, para o conteúdo borrifa, ok?
Vá,vá, deixa os senhores trabalhar, vai brincar com as outras meninas, sim?!
Não esquecer, não esquecer, não esquecer!!!!


3 Comments:
Aposto que a Maria João Pires te ajudou a esquecer tal tacanhez de espírito!
Beijos Sofia
Acertáste mesmo na "mouche" Pitucha. Fez-me tão bem.Aliás foi o sentimento generalizado. Foi lindoooo!
Beijos,S:-)
Como a entendo... um dia foi-me dito 'Você não está cá para optimizar!' e, logo de seguida, como se não tivesse sido suficiente, 'Se precisar de algum tempo além do prazo diga porque isso nunca seria um problema'
Declarava eu, anjinho, que gostava de ter os projectos terminados antes do prazo para ter uns dias de reflexão e eventualmente para optimização...
Aprendi logo! Apesar do espanto mal dissimulado -> deixei de trabalhar neste país de vesgos!
Ainda bem que é 'plurivalente'.
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